
Pagar os professores é a tarefa administrativa que a maioria dos estúdios ainda faz na planilha, batendo quem deu o quê com a presença no fim do mês. É lento, dá margem a erro e é exatamente o tipo de conta que o software deveria fazer.
O yoganear.me embute o pagamento dos professores na própria agenda. Você define como cada professor é pago, e o sistema calcula o que ele tem a receber a partir das aulas que de fato deu, incluindo coberturas, então a folha é um relatório que você lê em vez de um quebra-cabeça que você monta.
Todo estúdio paga os professores de um jeito diferente, então o yoganear.me suporta quatro modelos: um valor fixo por aula, uma porcentagem do que a aula rendeu, um valor fixo mais um bônus ou um salário. Você define o modelo por professor, e o pagamento sai das aulas reais da agenda.
Como o pagamento fica ligado às sessões, um modelo por porcentagem acompanha a receita real de cada aula, e um valor fixo se aplica certinho a cada sessão dada. Não há uma contagem separada para manter.
Quando um substituto cobre uma aula, o pagamento segue a pessoa que de fato a deu, não a que estava escalada originalmente. Essa precedência é resolvida automaticamente por sessão, então a cobertura nunca paga o professor errado sem alarde nem conta uma sessão em dobro.
É aqui que as planilhas costumam falhar — um professor trocado em uma única terça-feira — e é o caso que o yoganear.me foi feito para acertar sem você precisar lembrar de ajustar nada.
No fim de um período de pagamento, os ganhos dos professores estão ali como relatório: quem deu aula, quanto cada aula rendeu a ele e o que tem a receber. Você revisa em vez de reconstruir, o que transforma uma tarefa mensal em alguns minutos.
Os papéis mantêm tudo no lugar certo: os valores sensíveis das taxas de pagamento só aparecem para quem deve vê-los, então você dá aos professores e à recepção o acesso de que precisam sem expor os números de todo mundo.
Não há mensalidade nem taxa de configuração. Você paga 2,5% por reserva, com teto de R$ 249 por mês, então os meses parados custam menos e os meses cheios nunca custam mais do que o teto. O processamento de cartão do PayPal ou do Stripe é cobrado à parte, como em qualquer plataforma.
Quais modelos de pagamento de professores são suportados?
Quatro: um valor fixo por aula, uma porcentagem da receita da aula, um valor fixo mais um bônus ou um salário. Você define o modelo por professor e o pagamento é calculado a partir das aulas que ele deu.
Como um professor substituto é pago?
O pagamento segue quem de fato deu a aula. Quando um substituto cobre uma sessão, o sistema credita a ele em vez do professor escalado originalmente, resolvido automaticamente por aula.
Ainda preciso de planilha para a folha?
Não. Os ganhos dos professores são calculados a partir da agenda e apresentados como relatório: quem deu aula, quanto cada aula rendeu a ele e o que tem a receber. Você revisa em vez de montar.
Posso esconder as taxas de pagamento de parte da equipe?
Sim. Os valores sensíveis das taxas de pagamento só ficam visíveis para os papéis que devem vê-los, então você dá aos professores e à recepção o acesso adequado sem expor o pagamento de todo mundo.
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